quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Alpha Protocol



"Alpha Protocol" é o primeiro jogo totalmente inédito da Obsidian, empresa famosa até então por trabalhar em continuações de séries famosas como "Star Wars: Knights of the Old Republic" e "Neverwinter Nights". Foi um passo ousado até mesmo porque o novo game é um RPG de espionagem passado em dias atuais, distante das tramas medievais ou de ficção científica tão comuns no gênero.

O jogo começa com tensão lá no alto, depois que um vôo comercial é destruído por um grupo terrorista. O agente Michael Thornton é então recrutado pela agência secreta que dá nome ao game para viajar até a Arábia Saudita em busca de pistas, em ramificações que acabam levando-o para outros cantos do mundo, como Taiwan, Itália e Rússia.

A narrativa é quase tão bem montada quanto uma temporada de "24 Horas" ou um livro de Tom Clancy. O melhor é que realmente o game é afetado pelo comportamento de Thornton, que em diálogos geralmente pode patinar entre respostas sedutoras, grosseiras ou sóbrias. Cada coadjuvante reage de uma maneira diferente a tais comportamentos e é capaz de alterar drasticamente determinados trechos da história. Este é o grande trunfo do título.

Contando inclusive com um modo de customização de habilidades, o funcionamento de "Alpha Protocol" lembra bastante o da série "Mass Effect", com diálogos intercalados por ação em terceira pessoa (com direito a pancadaria, furtividade e tiroteios) e alguns minigames para hackear computadores, destrancar portas e funções similares.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Dark Sector

Dark Sector" é um jogo que ficou em desenvolvimento por muito tempo, quase quatro anos, e foi o primeiro título anunciado para a geração atual de consoles. Desenvolvido com uma tecnologia gráfica da própria Digital Extremes, co-criadora da franquia "Unreal" ao lado da Epic Games, o jogo mudou bastante desde sua primeira aparição que, no fim das contas, parecia mais como uma mera demonstração técnica do poder dos novos consoles.

Longe da ambientação espacial original, a ação se volta para Terra em uma realidade ficcional, com algumas idéias interessantes e grande capricho técnico.

Arma multiuso

Na trama de "Dark Sector", você toma o controle de um agente chamado Hayden, que tem a missão de se infiltrar na fictícia Lasria, nação do bloco soviético, e encontrar um terrorista chamado Mezner. O bandido é um traficante de armas que conseguiu colocar suas mãos em uma poderosa substância capaz de transformar seres humanos em monstros. Durante o confronto com um dos capangas do vilão, um brutamontes metalizado, Hayden é infectado com a toxina e passa a manifestar as mutações, que acabam lhe dando poderes muito úteis para completar suas tarefas.

Quem jogou e curtiu "Gears of War" irá se sentir em casa. "Dark Sector" funciona de maneira bastante similar, com uma visão em terceira pessoa e perspectiva sobre o ombro do personagem. Há aquela necessidade constante de se proteger dos inimigos em cantos e objetos, correndo para se livrar do fogo inimigo. Mas não pense que só porque Hayden precisa se esconder dos tiros ele é um sujeito frágil, muito pelo contrário.

Você pode carregar dois tipos de armas ao mesmo tempo, entre pistolas, metralhadoras e escopetas, que podem, inclusive, ganhar uma série de melhorias de respeito. Seu personagem tem grande poder de fogo para destruir os inimigos. Como se não fosse o bastante, o que diferencia "Dark Sector" dos outros jogos de tiro é a arma chamada glaive, como no filme "Krull", uma espécie de bumerangue com três lâminas, utilizada pelo herói infectado.

Sua principal função é, obviamente, arrancar pedaços dos inimigos. E, acredite, o jogo não poupa você de testemunhar mortes extremamente violentas. A tal glaive arranca braços, pernas e cabeças como se os oponentes fossem feitos de manteiga, para o delírio dos mais sedentos por sangue. E ela ainda faz mais. Ela ainda pode quebrar correntes, abrir portões, buscar itens, inspecionar áreas desconhecidas e ainda pegar emprestado do ambiente poderes de fogo, gelo e eletricidade para utilizar contra os bandidos em situações que pedem abordagens específicas.

Ao longo da aventura, Hayden vai se aprimorando e evoluindo seus poderes. Ele ganha um escudo protetor e a capacidade de se camuflar, por exemplo, assim como a glaive vai ficando mais potente, inclusive sendo capaz de realizar o "aftertouch", um modo de lançamento em primeira pessoa, em que você controla a trajetória da arma no ar, podendo matar vários inimigos de uma só vez. Apesar de não ser muito útil, é uma característica que está presente mais como uma sensacional perfumaria, para encher os olhos daqueles que não se cansam de ver os incríveis momentos de ação do jogo, principalmente os mais brutais.

Por falar em brutais, Hayden também pode finalizar os bandidos subitamente. Há torções de pescoço ou coisas mais grosseiras, como utilizar a glaive para cortar algum deles ao meio, o que chega a parecer até um pouco gratuito demais. Mas tudo acaba fazendo parte do contexto do jogo, que o coloca em um papel raro: você é nitidamente o predador e muito mais poderoso que todos os capangas genéricos que surgem somente para criar algum suspense até que um chefe apareça.

Ação e brutalidade

"Dark Sector" é um jogo extremamente divertido, com controles que respondem de forma eficiente e várias situações de tensão, tudo isso embalado por gráficos muito bonitos e efeitos especiais de encher os olhos.

O modo multiplayer também funciona da mesma maneira, Eles se baseiam na idéia de um jogador ter os poderes de Hayden enquanto os outros jogadores encarnam soldados comuns.

Ghost Recon Advanced Warfighter 2


"Ghost Recon Advanced Warfighter 2" começa pouco tempo após o ponto em que o original parou, colocando o jogador no controle de uma unidade militar de elite dos Estados Unidos, conhecida como "Ghosts". No ano de 2014, um conflito entre mexicanos e uma força rebelde insurgente deixa o país em uma guerra civil de proporções devastadoras.

Sob o comando do capitão Scott Mitchell, os Ghosts são chamados para enfrentar a ameaça iminente aos Estados Unidos, que corre risco de ataques. Equipados com o que há de melhor em termos de tecnologia, a equipe precisa lutar nos dois lados da fronteira para neutralizar os rebeldes.

Assim como no antecessor, "Ghost Recon Advanced Warfighter 2" apresenta não somente gráficos modernos, mas efeitos de física convincentes, recriando com perfeição ambientes urbanos devastados pela guerra. Os efeitos visuais incluem explosões fumaças e ciclos entre o dia e a noite, além de diferentes condições meteorológicas.

Pela primeira vez, a série traz missões em solo norte-americano, com cenários em terrenos montanhosos, desertos e na região de El Paso, no Texas. A Ubisoft promete um sistema de inteligência artificial aprimorado, com mais possibilidades estratégicas para o esquadrão.

O sistema Cross-Com, agora em versão 2.0, permite ter uma perspectiva da visão das unidades aliadas, além de fornecer dados sobre todo o campo de batalha, ajudando a bolar táticas e planos para as manobras militares. Agora, é possível convocar ataques aéreos e até suporte médico.

SOCOM: Confrontation

A franquia "SOCOM" foi emblemática para a Sony durante o reinado de seu Playstation 2 para provar que seu console também era capaz de fazer bonito no segmento online, que a Microsoft vinha desbravando com a LIVE em seu Xbox original. Hoje, ainda mantém muitos fãs e era de se esperar que a série voltasse com tudo, ainda mais agora que a gigante japonesa oferece um sistema de jogatina online centralizado através da Playstation Network, o que seria perfeito para fazer frente a "Halo", "Gears of War" e outros populares jogos de tiro da rival.

O grande trunfo de "SOCOM" sempre foi seu ritmo ágil, seu dinamismo na ação.Dois times se enfrentam em várias modalidades, mas a grande constante é o medo de morrer e ter que esperar um bocado até que tudo recomece, o que faz com que você seja mais cauteloso e bem mais criativo em suas abordagens. E o design dos mapas sempre ajudou, com uma série de encruzilhadas em locais estratégicos e pontos de emboscada para todo tipo de estilo de jogador.

Missão de resgate

Em "Confrontation" há a volta de alguns mapas clássicos misturados a alguns novos, todos imensos e repletos de detalhes, com gráficos bastante satisfatórios para os padrões atuais, ainda que com um ou outro probleminha com a taxa de animação ou tearing - aquele efeito que parece "quebrar" os polígonos na horizontal. Para colocar alguma ação, há modos tradicionais mata-mata ou de natura mais tática, como Control, que funciona à base da captura de pontos estratégicos, ou o Extraction, que simula uma operação de resgate de reféns - com dois times se revezando entre os comandos e os mercenários, com muitas opções não só de customização das partidas, quanto de equipamentos e aparência.

Para agregar algum ar de novidade, foi incorporado o suporte ao sensor de movimento Sixaxis para fazer com que o seu personagem acompanhe os movimentos do controle em determinadas posições, principalmente quando em cobertura, para se inclinar, por exemplo. É algo curioso, mas que nunca parece algo realmente prático ou ágil o suficiente para ser acionado em momentos de maior adrenalina e surge apenas como perfumaria.

O que realmente é interessante é ultilização do fone Bluetooth, uma vez que "SOCOM: Confrontation" também pode ser adquirido por download pela Playstation Store. De boa autonomia e qualidade de som, tem uma ótima relação custo/beneficio e é fundamental para articular estratégias entre você e seu grupo.

Lair



Controlar um enorme dragão em meio batalhas gigantescas. Esta foi a grande promessa de "Lair" desde o seu anúncio. Tudo fica ainda mais atraente quando por trás disso está a Factor 5, empresa responsável pela excelente trilogia "Star Wars: Rogue Squadron". Durante meses, não pararam de pipocar vídeos e imagens pela internet, demonstrando o quanto seria bom controlar gigante dragão em fúria.

O dragão indomável

Lair conta à história que todos viviam em grande harmonia até que os vulcões adormecidos acordaram. Rios repletos do liquido quente se espalharam dividindo os povos e formando sociedades distintas. É nesse ponto da história que surgem os Mokais e os Asylians. Os Mokais formaram uma sociedade baseada na força e no domínio do fogo. Já os Asylians, tornaram-se o berço da cultura e do conhecimento, espalhando luz em um mundo tomado pela escuridão. Temendo a inveja dos Mokais, os Asylians passaram a confiar na coragem de sua tropa voadora, conhecida como os Sky Guards. Esse grupo tem como objetivo proteger os muros da sociedade contra invasões e manter o controle das terras. No jogo, você controla um dos membros desta tropa aérea.

A exemplo dos controles, que funcionam bem , os gráficos também surpreendem, as seqüências não interativas do jogo são simplesmente arrasadoras, mas a partir do momento que tudo passa a ser controlável, a coisa fica impressionante.

Para começar, "Lair" é um dos poucos jogos que rodam em 1080 linhas progressivas, mas o que poderia ser um grande trunfo, na verdade se tornou outra dor de cabeça. O game roda a 30 quadros por segundo e mesmo assim ainda sofre com violentas quedas de taxa, o que causa aquela incômoda sensação de lentidão. Talvez se a produtora tivesse optado por deixar tudo rodando em 720 linhas progressivas, tais problemas não ocorressem. Ao menos alguns efeitos visuais são destacáveis. Um bom exemplo são as explosões das catapultas em alto mar, que formam várias ondas no mar.

A trilha sonora excelente , composta pelo renomado John Debney, autor de trilhas para Hollywood, entre ela a do filme "Sin City". O outro fator possítivo é a possibilidade de controlar todo o jogo por meio de um PSP. Basta acessar a opção remota de ambos os consoles e sair jogando.

Conan






O jogo respeita o universo bárbaro de Conan com muito sangue, desmembramentos e até mulheres com seios à mostra, algo que o público masculino certamente não tem do que reclamar. Trata-se de um título de diversão cujo principal requisito é colocar o cérebro para descansar e pressionar freneticamente os botões. Em alguns momentos (raros, mas eles existem), é preciso resolver algum quebra-cabeça ou enfrentar chefes executando comandos na hora contextuais.

Como o leitor já deve ter suspeitado, o foco de "Conan" é no sistema de combate que, basicamente, permite ao herói empunhar não apenas espadas, lanças e machados, mas também elementos dos cenários ao seu redor. Felizmente, esse é o aspecto do jogo que mais empolga e que funciona sem maiores problemas: além da grande variedade de golpes e lâminas, o jogador ainda tem a oportunidade de comprar novos movimentos com os orbes - ou runas - coletados ao longo da sua jornada.

Em suma, basta abrir um menu especial e selecionar os combos desejados - desde que se possa pagar, é claro - para que eles sejam automaticamente assimilados. Nesta "loja", o interessante é que há opções para todos os gostos: ataques mano-a-mano, com escudo, com uma espada ou, por fim, com duas lâminas.

Dito e feito, "Conan" não deixa espaço para reclamações quando o assunto é a pancadaria propriamente dita: além de ataques convencionais, o bárbaro pode se valer de movimentos especiais como agarrões, empalações e desmembramentos. O destaque fica por conta dessa última opção, cortesia de uma série de golpes denominada Grappe Kills. Neste caso, o jogador deve se defender no momento exato em que um inimigo atacá-lo para, em seguida, pressionar o botão sugerido pelo computador. Caso faça tudo corretamente, o resultado será uma execução especial que poderá consistir em partir o inimigo ao meio, pisotear sua cabeça inúmeras vezes ou, entre muitas outras possibilidades, simplesmente arrancar o seu coração com o próprio punho.

Por conta da trama por trás do game, que coloca Conan em busca de fragmentos da sua armadura mágica, a variedade de cenários é mais um ponto interessante; embora a duração da aventura não passe de cerca de 5-6 horas na dificuldade máxima, o jogador que ousar ir até o final da história passará por ambientes como selvas, cavernas, templos antigos, navios abandonados e vilarejos medievais.

O jogo possuí uma direção de arte interessante e um sistema de iluminação bastante agradável,No que diz respeito à sonoridade, o game conta com composições medievais relativamente decentes e com uma dublagem competente. Para fãns de Gratos e cia, vale a pena uma conferida no game do barbaro mais famoso dos cinemas

terça-feira, 10 de agosto de 2010

MotorStorm





De longe, "MotorStorm" tem os melhores gráficos para o PlayStation 3. É simplesmente impressionante a complexidade dos veículos, que foram reproduzidos em detalhes. Praticamente todas as estruturas estão presentes, como os eixos e a suspensão, e isso gera animações realistas e complexas. Isso aparece bem principalmente nas batidas e capotagens, em que você vê cada peça se desvencilhando do carro, tendo uma das simulações de danos e de deformação das mais espetaculares já vistas (ao menos no plano estético). Tem até mesmo um modelo completo de piloto, algo mais que evidente nas motos, ATVs e buggies.

Os cenários também são belíssimos e os vários tipos de pistas são facilmente diferenciáveis. Um chão de terra seca reage de um jeito bem diferente das partes de lama, por exemplo. Em todo caso, onde os carros passam, deixam marcas, e isso é bem visível nos terrenos molhados. É lama, terra e pó para todos os lados, que respingam na lataria e na câmera.

Todas as modificações feitas na pista são permanentes durante a prova: desde sinais de pneu e galho de árvores até barracos inteiros destruídos. Nem tudo é perfeito, pois há texturas e objetos (como algumas árvores) que não condizem com a qualidade geral, além de a sombra ser bem quadriculada.

No entanto, o maior responsável pelo esplêndido visual é a iluminação. A representação do sol, principalmente, faz com que toda a composição visual fique natural. Sim, o efeito de luz tende para o discreto, mas deixa uma marca indelével nos espectadores. "MotorStorm" usa muito bem as técnicas de iluminação, como o HDR (que melhora o contraste entre as partes escuras e claras) e o gloom (que reflete a luminosidade provocando um efeito similar ao esmaecimento de contorno). Naturalmente, a qualidade visual mostra sua plenitude numa TV de alta definição, mas mesmo num modelo convencional, o resultado é muito expressivo.

Dando perda total

Tanto os personagens como os carros são regidos por uma simulação de física bem acurada, que resulta em capotagens verossímeis. Você pode ver o resultado das leis da natureza principalmente nos acidentes: a interação de cada objeto entre si e com o cenário. Isso é particularmente visível com as motos: basta prestar atenção ao piloto, e ver como ele mexe braços e pernas e "quica" no ambiente ou em outros carros.

A física é um fator importante em títulos como "MotorStorm", que é uma espécie de corrida de vale-tudo. Ou seja, tão importante quanto correr, é impedir que os outros fiquem inteiros. Não que os danos prejudiquem o desempenho dos carros (não existe essa programação), mas já atrasam os adversários. Aliás, eles tentam fazer o mesmo com o jogador. Esse festival de ferro retorcido é uma das partes mais emocionantes (tanto melhor quando você não está envolvido, óbvio).

A trilha sonora é típica desse tipo de game, composto basicamente por rock (mas também tem um pouco de techno) de bandas como Nirvana, Queens of the Stone Age, Wolfmother, Spiritualized e Slipknot. A sonoplastia também está excelente, desde o ronco dos motores até a explosão.

Jogo sujo

A boa sacada do game está no fato de vários tipos de veículos - desde as motos até os mais corpulentos dos caminhões, passando por ATVs e "big foots" - participarem todos juntos na mesma corrida. Naturalmente, a estratégia varia para cada categoria.

Como se pode imaginar, as motos são ágeis e passam por locais estreitos, mas são mais suscetíveis a terrenos acidentados e aos obstáculos, que inclui, também, os carros e caminhões adversários. Por outro lado, os veículos maiores são mais lentos, difíceis de controlar, mas lidam melhor com as imperfeições da pista e podem passar por cima de barreiras, como cercas ou uma pilha de chassis velhos. Com isso, além da variedade de trajetos dentro da pista, a Evolution Studios consegue equilibrar as chances de cada jogador, independente do tipo de veículo.

Existe uma evidente diferença de dirigibilidade entre as sete categorias de veículos. Os controles não têm exatamente um viés realista, apesar da boa acuidade na simulação de física - o estilo fica num meio termo entre o arcade e o simulador de corrida. Apesar de existir um equilíbrio entre as condições de cada categoria, os caminhões são os que provêem menor adrenalina, por sua baixa velocidade e a limitação de locais para trafegar. Além disso, são poucas as cenas em que você usa o "jogo de corpo", uma das maiores vantagens desse tipo de automóvel.

Por outro lado, os carros e as motos tradicionais são as que mais proporcionam diversão, ao menos para os iniciantes, devido à fácil manobra. Quem optar pelas duas rodas ainda poderá matar saudades de um clássico, "Road Rash", com seus socos e pontapés para cima de seus adversários motoqueiros.

As pistas oferecem caminhos para cada tipo de veículo. Em geral, os terrenos mais altos são para os veículos mais leves: são mais estreitas e estão cheios de obstáculos como rampas. Já as partes mais baixas são curtas mas enlameadas, propícias para os caminhões. Existem também muitos obstáculos pelos quais os veículos grandes podem passar por cima, enquanto os outros são obrigados a contornar. Mais uma vez, esse tipo de construção inteligente das fases faz com que as competições sejam equilibradas. Além disso, o arrojo das pistas, como as grandes rampas, propicia muita emoção.Enfim, todos esses elementos fazem de "MotorStorm" um game cheio de adrenalina e bem variado.
O modo online comporta até 12 pessoas e aumenta o fator replay do jogo.